O sepultamento ou inumação consiste no ato de colocar o corpo falecido em uma sepultura. Por isso, o sepultamento é um ato distinto de enterro. No primeiro caso o cadáver é sepultado numa sepultura e no segundo o cadáver é enterrado numa cova ou colocado em uma espécie de gaveta.

O sepultamento não é necessariamente uma questão de saúde pública. Ao contrário do que imagina o senso comum, a Organização Mundial da Saúde prescreve a inumação obrigatória apenas de cadáveres portadores de alguma doença infecciosa.

Respeito pelos restos mortais é necessário, pois se deixados ao relento, os corpos poderão ser consumidos por carniceiros, o que é considerado um ultraje em muitas (mas não todas) culturas.

O sepultamento pode ser visto como “fecho” para a família e amigos do falecido. Enterrar e ocultar o corpo é uma forma de aliviar a dor da perda física do ente querido.

Muitas culturas acreditam na vida após a morte. O sepultamento é visto comumente como passo necessário para que o morto alcance esta “nova etapa”.

Muitas religiões prescrevem uma maneira “correta” de viver, o que inclui os costumes relacionados com o tratamento dos mortos.

Desde que passamos pela cultura agrícola, ele nos dá imagens comparativas fortes, pois assim como a semente o defunto é depositado numa cova para que possa nascer noutra forma.

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